Teatro para 22-10-17 - Á CESAR O QUE É DE CESAR



À CÉSAR O QUE É DE CESAR
29o Domingo do Tempo Comum – Ano A
Mateus 22, 15-21
de Emílio Carlos

JOCA – (entra) Oi pessoal!!

CLARINHA – (entra) Oi!

JOCA - Oi pessoaaaaaaaaal!

CLARINHA – Oi!

JOCA - Oi pessoaaaaaaaaal!

CLARINHA – Joca.

JOCA - Oi pessoaaaaaaaaal!

CLARINHA – Joca.

JOCA – O que foi, Clarinha?

CLARINHA – Eu é que pergunto: o que foi, Joca?

JOCA – O que foi o que?

CLARINHA – Você fica falando “Oi pessoaaaaaaaaal!”.

JOCA – Ah: é só um jeito diferente de cumprimentar o público.

CLARINHA – Ah Joca, viu?

JOCA – É legal! Quer que eu faça de novo?

CLARINHA – Não, Joca. Eu quero outra coisa.

JOCA – O que?

CLARINHA – Você já leu o livro?

JOCA – Já. Muito legal o seu livro, viu?

CLARINHA – E cadê?

JOCA – Cadê o que?

CLARINHA – Cadê o livro, Joca? Você disse que ia devolver quando terminasse.

JOCA – Tem certeza?

CLARINHA – Certeza de que, Joca?

JOCA – Tem certeza que você não quer me dar o livro?

CLARINHA – Não posso, Joca! Eu vou emprestar o livro pra Carol.

JOCA – Tá bom. (sai e pega o livro) Tá bom. (volta com o livro) À César o que é de César.

CLARINHA – (pega o livro) Por que você falou isso?

JOCA – Porque eu ouvi hoje no Evangelho: “Dai à César o que é de César”. E à Clarinha o que é de Clarinha.

CLARINHA – Muito engraçado, viu Joca?

JOCA – Gostou? Eu também achei.

CLARINHA – Certo: no Evangelho de hoje Jesus diz “dai à César o que é de César”. Você sabe o que isso significa?

JOCA – Ah, sei lá! Um cara que viveu no tempo de Jesus?

CLARINHA – É, mais ou menos isso.

JOCA – Viu? Acertei! Hoje eu tô afiado.

CLARINHA – César era o imperador romano. Todo mundo tinha que pagar imposto para César.

JOCA – Dinheiro?

CLARINHA – É Joca: dinheiro.

JOCA – Hum, que interessante. Quer dizer que se eu falar “à Joca o que é de Joca” todo mundo vai me dar dinheiro?

CLARINHA – Não, Joca. “À Joca o que é de Joca” significa que o que é seu é seu.

JOCA – Ah, agora eu entendi!

CLARINHA – Mas o mais importante vem depois, Joca.

JOCA – Depois do que?

CLARINHA – O mais importante é o que Jesus disse depois: Escuta isso: “dai à César o que é de César, e à Deus o que é de Deus”.

JOCA – É mesmo! Foi isso que Jesus disse.

CLARINHA – “Dai à Deus o que é de Deus”.

JOCA – Legal, Clarinha! Mas... o que é de Deus?

CLARINHA – Respeitar os mandamentos, Joca.

JOCA – Olha!

CLARINHA – Ajudar os pobres, respeitar as pessoas...

JOCA - ...o pai, a mãe, os irmãos, os professores, os amigos...

CLARINHA - ... cuidar do planeta que Deus nos deu de presente...

JOCA - ... dos bichos, das plantas, dos seres vivos...

CLARINHA - ... louvar a Deus...

JOCA – Isso é muito legal!

CLARINHA – É isso, Joca. E você sabe o que mais é de Deus?

JOCA – Não, Clarinha. O que?

CLARINHA – Nosso coração.

JOCA – Puxa! É mesmo?

CLARINHA – É. Nosso coração é de Deus. Por isso devemos cuidar muito bem do nosso coração. E enchê-lo do amor de Deus...

JOCA - ... de paz, de perdão...

CLARINHA - ... e de tudo que é bom. Porque nós somos de Deus, Joca. Por isso precisamos seguir sempre no caminho de Deus.

JOCA – Quem quer seguir no caminho de Deus levante a mão bem alto!

CLARINHA – Eu!

JOCA – Levante a mão!

CLARINHA – Eu!

JOCA – Legal! Tchau pra vocês!

CLARINHA – Tchau!

JOCA – Tchau!

CLARINHA – Tchau!

(saem e Fim).


Esse texto faz parte da coleção de livros Teatro na Missa das Crianças e na Catequese.
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Texto teatral - NOSSA SENHORA APARECIDA - para crianças




NOSSA SENHORA APARECIDA
Datas Especiais – Ano B
de Emílio Carlos

JOCA – (entra) Oi pessoal!

CLARINHA – (entra) Oi pessoal!

JOCA – (faz como sirene de polícia) O-o-O-o-Oi!

CLARINHA – Oi!

JOCA – O-o-O-o-Oi!

CLARINHA – Oi!

JOCA – O-o-O-o-Oi!

CLARINHA – Joca!

JOCA – O-o-O-o-Oi!

CLARINHA – Joca!

JOCA – Cla-ri-i-i-nha.

CLARINHA – O que é isso, Joca?

JOCA – Eu estou imitando um carro de bombeiro.

CLARINHA – Só me faltava essa…

JOCA – E como faltava eu estou fazendo: O-o-O-o-Oi!

CLARINHA – Joca: que tal fazer outra coisa?

JOCA – Certo, Clarinha. Eu sei dizer goi.

CLARINHA – Joca: o que é goi?

JOCA – Goi é um oi falado como se fosse gol – daí vira goi. Quer ver?

CLARINHA – Não, Joca. Deixa pra outra vez.

JOCA – Mas Clarinha…

CLARINHA – Joca: hoje é um dia muito importante.

JOCA – É mesmo?

CLARINHA – É, Joca. Você sabe que dia é hoje?

JOCA – Hoje é... dia da criança!

CLARINHA – É... certo, Joca: hoje é dia da criança.

JOCA – Acertei! Êba!

CLARINHA – E o que mais, Joca?

JOCA – O que mais? Tem mais ainda?

CLARINHA – Tem, Joca: hoje é dia…

JOCA - ...dos adultos!

CLARINHA – Não, Joca. Hoje é dia das crianças.

JOCA – E quando é dia dos adultos?

CLARINHA – Eu nem sei se existe isso, Joca. Mas de uma coisa eu sei.

JOCA – Do que, Clarinha?

CLARINHA – Hoje é dia de Nossa Senhora Aparecida!

JOCA – Que legal!!!

CLARINHA – É, Joca: hoje o Brasil inteiro comemora o dia de Nossa Senhora Aparecida.

JOCA – Eu gosto muito de Nossa Senhora.

CLARINHA – Eu também, Joca.

JOCA – Eu ainda me lembro quando minha mãe me levou lá em Aparecida, pra ver a imagem de Nossa Senhora. Foi muito emocionante!

CLARINHA – Nossa Senhora é tudo de bom, Joca. Mas você sabe a história de Nossa Senhora Aparecida.

JOCA – Mais ou menos, Clarinha.

CLARINHA – A imagem de Nossa Senhora Aparecida foi encontrada nas águas do rio Paraíba.

JOCA – Faz tempo isso, Clarinha?

CLARINHA – Faz sim, Joca. Isso foi em 1717.

JOCA – 1717? Ah, é do tempo do Padre Carlos!

CLARINHA – Não, Joca. O Padre Carlos nasceu bem depois disso.

JOCA – Mas como a imagem foi encontrada, Clarinha.

CLARINHA – Foi assim: naquela época o Conde de Assumar, ia passar pela cidade de Guaratinguetá.

JOCA – Ele era importante, Clarinha?

CLARINHA – Era sim, Joca. O Conde de Assumar era o governador de São Paulo e Minas na época. Os vereadores de Guaratinguetá iam lhe oferecer um banquete. E queriam que o Conde provasse o peixe do rio Paraíba.

JOCA – Eu gosto de peixe, Clarinha.

CLARINHA – E o peixe do rio Paraíba era muito gostoso, Joca. Então os vereadores chamaram os pescadores e disseram:

VEREADOR – (voz em off) Tragam muitos peixes para nosso banquete.

JOCA – Nham, nham... estou ficando com fome. E daí?

CLARINHA – Os pescadores pegaram suas canoas e foram pescar. E passaram a noite inteira jogando suas redes tentando pescar alguma coisa. E sabe o que aconteceu, Joca? Eles não conseguiram pescar nada.

JOCA – Foi que nem eu lá em Ubatuba. Eu peguei uma vara de pescar, coloquei uma minhoca de borracha no anzol e joguei na água. Mas sabe: eu não pesquei nada. Fiquei a tarde inteira só dando banho na minhoca…

CLARINHA – Os pescadores já estavam desanimados. Mas eles não podiam voltar sem o peixe, né Joca? O que o Conde de Assumar ia comer?

JOCA – Sanduíche?

CLARINHA – Joca: naquele tempo não existia sanduíche.

JOCA – Ah... eu não sabia.

CLARINHA – Os pescadores não desistiram Joca: jogaram e jogaram suas redes, de novo e de novo. Até que de repente... eles pescaram!

JOCA – Um monte de peixes!

CLARINHA – Não, Joca: eles pescaram uma imagem de Nossa Senhora, mas sem a cabeça.

JOCA – Puxa vida!

CLARINHA – Joca: achar uma imagem num rio já é difícil. Agora sabe o que aconteceu depois?

JOCA – Não. O que?

CLARINHA – Um pouco mais abaixo no rio, eles jogaram a rede mais uma vez – e dessa vez encontram a cabeça da imagem de Nossa Senhora.

JOCA – Clarinha: se já é difícil achar o corpo da imagem no rio, é mais difícil ainda achar a cabeça da imagem. Isso é um milagre!

CLARINHA – É verdade, Joca. Então os pescadores jogaram de novo a rede no rio e aí pescaram tanto peixe, mas tanto peixe que a canoa quase afundou.

JOCA – Um milagre!

CLARINHA – Como a imagem de Nossa Senhora apareceu no rio Paraíba ela ficou conhecida como Nossa Senhora Aparecida.

JOCA – Vamos dar um viva à Nossa Senhora! Viva Nossa Senhora Aparecida!

CLARINHA – Viva!

JOCA – Viva Nossa Senhora Aparecida!

CLARINHA – Viva! Agora vamos aplaudir a imagem de Nossa Senhora Aparecida que será levada até o altar.

(Música. Entra a imagem de Nossa Senhora Aparecida e é colocada no local preparado para ela. Crianças entram e depositam flores aos pés da imagem)

CLARINHA – E agora todo mundo sentadinho que vocês vão ganhar uma lembrança de Nossa Senhora. Tchau pra vocês!

JOCA – Tchau!

CLARINHA – Tchau!

JOCA – Tchau!

(Música. Os catequistas distribuem santinhos, ou medalhinhas, ou um desenho em xerox com a oração de Nossa Senhora Aparecida às crianças).

F i m


Texto teatral - OS CONVIDADOS E OS ESCOLHIDOS - para 15-10-2017





OS CONVIDADOS E OS ESCOLHIDOS – para 15-10-2017
28o Domingo do Tempo Comum – Ano A
Mateus 22, 1-14
de Emílio Carlos

(entram Tião e Zequinha)

TIÃO – Zequinha: agora eu tô feliz.

ZEQUINHA – É mesmo, Tião?

TIÃO – É, Zequinha. Eu descobri que Deus me convidou para entrar no Céu.

ZEQUINHA – É isso mesmo, Tião!

TIÃO – Então eu tô feito! Fui convidado pra entrar no Reino de Deus, gente! Eu tô lá!

ZEQUINHA – É... Tião: não é bem assim…

TIÃO – Claro que é, Zequinha. Se eu fui convidado, eu já entrei. Êba!

ZEQUINHA – Não Tião,eu te explico. Primeiro: todos nós fomos convidados a entrar no Reino de Deus.

TIÃO – (decepcionado) Todos nós?

ZEQUINHA – É, Tião.

TIÃO – Até eles? (aponta as crianças)

ZEQUINHA – Claro!

TIÃO – Até os adultos?

ZEQUINHA – Todo mundo, Tião.

TIÃO – Mas... até você?

ZEQUINHA – Tião: todo mundo foi convidado a entrar no Reino de Deus.

TIÃO – Xi... vai ficar apertado lá com tanta gente…

ZEQUINHA – No céu tem muito espaço, Tião.

TIÃO – (desanimado) Puxa vida... Pensei que o convite era só pra mim.

ZEQUINHA – Ô Tião: Deus convidou todo mundo. Mas…

TIÃO – Mas o que?

ZEQUINHA - ... poucos vão entrar.

TIÃO – Peraí! Peraí! Como é que pode? Todo mundo é convidado e pouca gente vai entrar? Eu não entendi isso.

ZEQUINHA – Eu sei que você não entendeu, Tião. Imagine o seguinte: na floresta o leão vai dar uma festa e convidou todos os animais.

TIÃO – Tô imaginando…

(entra o leão. Depois fazem fila 2 coelhos, a tartaruga, o macaco e a raposa).

ZEQUINHA – O leão fica na porta recebendo os convidados. Os coelhos vieram para a festa bem arrumados. E entraram.

(os coelhos saem de cena por trás do leão, como se estivessem indo para a casa dele).

TIÃO – É isso aí! Tem que se arrumar pra ir à festa.

ZEQUINHA – A tartaruga também se preparou para a festa. E o leão deixou a tartaruga entrar.

(a tartaruga sai de cena)

TIÃO – Eu também me preparo para ir à festa.

ZEQUINHA – Daí chegou a vez do macaco e da raposa. Eles não tinham se preparado para a festa.

(o leão aponta para os pés dos dois).

TIÃO – Olha lá: os dois de chinelão nos pés. (ri) E olha as bermudas dos caras! (ri)

ZEQUINHA – Daí o leão não deixou os dois entrarem.

(o leão faz um gesto e manda os 2 embora. Os 2 saem por outro lugar. O leão sai).

TIÃO – Tá certo, ué! Eles não se prepararam para a festa…

ZEQUINHA – (ao público) Quem se prepara aqui pra ir à uma festa levante a mão!

TIÃO – Eu!

ZEQUINHA – Levante a mão bem alto!

TIÃO – Eu!

ZEQUINHA – Gente: o Reino de Deus é como uma festa. Quem não se prepara não pode entrar.

TIÃO – Opa! Agora eu entendi tudo. Olha só: eu tenho um convite.

ZEQUINHA – Tem sim.

TIÃO – Eu tenho um convite pra entrar no Reino do Céu.

ZEQUINHA – Todos nós temos.

TIÃO – Mas eu tenho que me preparar para entrar no céu.

ZEQUINHA – Isso mesmo.

TIÃO – Mas... como é que se faz isso, Zequinha? Como é que eu me preparo para entrar no céu?

ZEQUINHA – Ouvindo a palavra de Deus, sendo bom, seguindo Jesus.

TIÃO – Uh, o negócio é sério…

ZEQUINHA – É sim. Mas eu vou me preparar pra entrar no céu. Quem vai se preparar para entrar no céu levante a mão!

TIÃO – Eu!

ZEQUINHA – Levante a mão bem alto!

TIÃO – Eu!

ZEQUINHA – Então vamos nos preparar, Tião.

TIÃO – Leva muito tempo pra se preparar?

ZEQUINHA – Leva a vida inteira pra gente se preparar. Mas tem que começar agora.

TIÃO – Então vamos começar já!

ZEQUINHA – E vocês aí: também comecem agora. Comecem a ser bons, a vir sempre à igreja, a rezar sempre, tá bom? Tá bom? Então tchau!

TIÃO – Tchau!

ZEQUINHA – Tchau!

TIÃO – Tchau!

F i m